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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Amigos novos

(Este texto foi escrito em homenagem a todos os meus novos amigos da universidade. Aos conhecidos e aos que ainda irei conhecer.)

Este ano, mesmo contra a indicação de muita gente, realizei uma aparente loucura. Deixei um emprego de servidor público, com chances de crescimento e com um bom salário, para tornar-me novamente um estudante. Em outra ocasião escrevo melhor sobre esta história explicando-a com detalhes. A questão é que comecei a estudar na Universidade Federal Fluminense. O curso? Bacharel e Licenciatura em Física. Não sou maluco! Bem, depende se você esta observando de um referencial inercial ou não. Não entendeu? O pessoal da Física, sim. E ali neste ambiente tão propício a formação de laços fortes de amizade e companheirismo, não poderia eu ficar fora desta experiência tão fabulosa de atravessar as salas interiores da minha própria vida e entrar nas salas dos outros, conhecendo-os, aprendendo com eles e ensinando também.

Neste pequeno caminho que já trilhei, fico muito feliz pela quantidade e, o mais importante, pela qualidade das relações que tenho experimentado. Sigo agora falando um pouco sobre alguns grandes amigos que tenho o prazer de homenagear, e antecipadamente peço perdão, pois seria impossível falar sobre todos.

No primeiro semestre descobri que essa história que no curso de Física só tem mulher feia é uma tremenda mentira (outra coisa que depende do referencial), cheguei a esta conclusão ao conhecer uma jovem chamada Fernanda, que é o oposto do estereotipo tão anunciado, ela é linda, ama livros e é super divertida. Percebi também, que a minha atitude de deixar o emprego, na verdade era digna de uma medalha de bronze se comparada à do meu amigo Vladimir, um homem inteligente e gentil. Ele deixou o frio do sul do país para enfrentar o calor do Rio de Janeiro. Você sabe porque? Não, claro que não, eu não escrevi ainda! Ele queria estudar, mas um pouquinho, já que já possuí a licenciatura em Física. Vladimir é um dos poucos homens que conheço que consegue tratar com carinho as pessoas sem nunca deixar a postura de firmeza muito característica de homens do passado. O admiro!

Seis meses foram suficientes para encontrar uma Musa Inspiradora. Sim, o nome dela é Tamíris Regina. Ela nem sabe porque eu a chamo por este apelido (Musa). Passei um período de muita dificuldade, e não estava podendo assistir as aulas. Meu rendimento estava caindo. Em uma das aulas essa pessoa maravilhosa, tão cativante, mas que por vezes parece não perceber isso, estava respondendo todas as perguntas que o professor fazia. Pensei com meus botões (eu realmente uso camisa com botões): Puxa, quero ser como ela um dia! Surgia neste momento uma admiração, que virou carinho e que se transformaria em uma amizade, quase seis meses depois.

Em nossa sala existem quatrocentos e setenta e três Rodrigos, faz-se necessário então dizer a origem toda vez que falamos de um deles, como se fazia antigamente. Rodrigo de Guapimirim: Esse cara faz qualquer um se sentir a pessoa mais importante do mundo. Em um mundo onde as pessoas ouvem, já pensando na resposta que vão dar a uma pergunta que não foi feita, Rodrigo simplesmente, ouve, com atenção, reverência, humildade. Isso é de mais!

Sabe aquele cravinho que fica em cima do beijinho de coco? Aquele doce que tem muito em festa de criança? Ele, o cravinho, faz toda a diferença. Sem o cravinho; não há beijinho. Ísis Vianna. Ela é assim. Reservada, séria, discreta, mas faz toda a diferença. Certa vez me peguei observando-a e questionando a mim mesmo: Como ela pode transmitir tanta força e tranqüilidade ao mesmo tempo? Pensei em arvores grandes. Balançando seus galhos tranqüilamente ao sabor do vento. Árvores fortes e com raízes profundas. É isso.

Quem olha para a Natália e vê uma menininha linda, está certo, mas com visão limitada. Quando olho para ela, vejo uma jovem com sede de crescimento, com desejo de construção, e transformação. Cada dia é uma oportunidade de avançar, mudar, experimentar, e porque não, voar. Esta sede pelo novo, pela descoberta é algo que muitos de nós vamos perdendo com o passar dos anos e acabamos nos acomodando, enquanto há tanto a aprender. Ela não perdeu.

Há dias em que um sorriso muda tudo. Uma frase de carinho. Um abraço. Existem pessoas que conseguem perceber esses dias quase que instintivamente. Transformam o mundo cinza e branco dos outros, em um colorido de flores perfumadas. Apenas com um gesto. A Dayane é uma dessas pessoas.

Fiz muitos amigos. É difícil falar apenas um parágrafo de cada um. Mais difícil ainda escrever sobre tudo o que tenho vivenciado com todos eles. Camila, Artur, Istela, Tamiris (Anginho, ou Tatá), Rômulo, os Rodrigos, Nilo, Kaila, Angelica, Alexandre, Taís, Vanessas, Diego, Yuri, são muitos, cada com suas características especiais. Nunca mais seremos os mesmos. Em um relacionamento, breve ou longo, superficial ou profundo, sempre se perde, sempre se ganha. A cada contato, perdemos um pouco de nós, e ganhamos um pouco do outro. De forma muito sutil nos ligamos cada vez mais, e para sempre. Agradeço a Deus todos os dias por essas oportunidades.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

De volta as letras

A muito tempo que não escrevo. A inspiração me deixou, pensei.

Deixei meus olhos cruzarem com os de Ariel, minha cachorra, que adora subir no sofá da varanda e ler o que eu escrevo no computador. É minha primeira revisora. Sorri.
Ouvi o som das crianças brincando na rua.
Senti o cheiro da brisa que entrava pela janela.
Larguei o computador e fui lá fora espiar o céu. Uma tela maravilhosa. As cores combinando-se de forma perfeita.

A inspiração estava aqui de novo.
Na verdade ela sempre esteve. Só não dei tempo a ela. Estava atrasado de mais, correndo de mais, dormindo de mais. Vendo menos, ouvindo menos, sentindo menos.

Obrigado Senhor Jesus, por permitir que eu escute sua vós, antes que eu esqueça do porque dos meus ouvidos.


Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama as obras de suas mãos.
Um dia fala disto a outro dia; uma noite revela a outra noite.
Sem discurso e sem palavras, não se ouve a sua voz.
Mas a sua voz ressoa por toda a terra, e as sua palavras até os confins do mundo.

Salmo 19: 1 ao 4a

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Deixando o cântaro

Em 2009 o relatório anual das Nações Unidas fez terríveis projeções para o futuro da humanidade. A ONU prevê que em 2050 mais de 45% da população mundial não poderá contar com a porção mínima individual de água para necessidades básicas. Segundo dados estatísticos existem hoje 1,1 bilhão de pessoas praticamente sem acesso à água doce. Estas mesmas estatísticas projetam o caos em pouco mais de 40 anos, quando a população atingir a cifra de 10 bilhões de indivíduos. Os dados utilizados pela mídia mundial para quantidade de água no planeta são: De toda a água disponível na terra 97,6% está concentrada nos oceanos. A água fresca corresponde aos 2,4% restantes. Você acha 2,4% pouco? Então ouça isso: destes 2,4% somente 0,31% não estão concentrados nos pólos na forma de gelo. Resumindo: de toda a água na superfície da terra menos de 0,02% está disponível em rios e lagos na forma de água fresca pronta para consumo. Se um copo d’água de 300 ml representasse toda água do planeta, o correspondente à água doce seria aproximadamente uma colher de chá.
Água é vida. A vida está acabando.

A história que se segue aconteceu à quase 2000 anos atrás, em uma cidade na região de Samaria chamada Sicar, no Oriente Médio. Havia nesta cidade uma mulher marcada pela dor, com a vida em frangalhos. Já tinha passado por vários relacionamentos amorosos, não encontrando em nenhum deles o verdadeiro amor. Nesta época uma mulher que vivia com um homem sem casar-se com ele era posta às margens da sociedade, era apontada nas ruas, de forma que esta mulher não poderia freqüentar os mesmos ambientes que todas as outras. Diariamente ela saia de sua casa e andava até o poço fora da cidade para buscar água. A fim de evitar transtornos, ela não realizava suas tarefas no início do dia como todas as outras, mas buscava água para começar seus afazeres por volta de meio dia, quando não tinha mais ninguém perto do poço.
Certa vez, saindo da cidade em direção ao poço, a mulher percebe que há alguém sentado à beira do poço. – Ai! Só me faltava essa agora. Vou ter que ouvir piadinha. – Ela pensou até em voltar, mas precisava lavar roupa, fazer comida, lavar a casa, separar água para beber; precisava da água. Com os olhos para baixos, por vezes olhava para frente, para seu destino, o poço. Aproximando-se ainda mais, teve um susto, hesitou continuar – Não posso mais voltar, estou muito perto – pensou. Era bem pior do que ela esperava, estava claro que o homem que estava sentado à beira do poço era um judeu. Pra você entender, os judeus eram para os samaritanos assim como os corintianos para os cruzeirenses, ou vascaínos para flamenguistas. A mulher chegou bem devagar, em silencio, e o mais rápido possível, começou a tirar água do poço e encher o seu cântaro. Então o inesperado aconteceu. – Ei, moça! – falou o homem. A mulher olhou em volta. – Quem? Eu? – O homem sorriu. Quem mais poderia ser? – Me de água para que eu beba. – Agora estava ainda mais espantada. – Senhor, não é por nada não, mas tu és judeu, e eu samaritana, por que o senhor esta falando comigo? – disse ela. – Se você soubesse com quem esta falando, na verdade estaria agora pedindo água, e eu te daria água viva. – Ele disse isso com muita simplicidade, mas esse ensinamento é na verdade o segredo para uma vida plena e feliz, o segredo que aquela mulher conheceu. Ela diariamente buscava água naquele poço, assim como diariamente buscava a vida. A cada dia ela procurava cumprir seus afazeres sem incomodar ninguém e sem ser incomodada. Abrindo mão até se sua felicidade para isso. Mas naquele dia, ela encontrou alguém que não se importou com seu passado. Não se importou com sua origem, sua cor, suas convicções políticas e ideológicas, mas sim com a sede que ela sentia. Este homem estaria para mudar sua vida. Ela só precisava de uma coisa. Aceitar o pedido. Ele disse “Me de sua água”, ou seja, me dê sua vida, me de o seu sustento, me entregue o que você tem de mais precioso, e em troca eu vou te dar a minha vida, a vida abundante e a vida eterna.
Este homem É Jesus. O mesmo convite que foi feito a ela é feito a você. Há apenas duas opções. Abraçar o cântaro. Agarrar as coisas dessa vida que nunca nos satisfazem por completo. Sabendo que um dia essa água, essa vida, vai acabar. Ou deixar o cântaro com Jesus Cristo. Permitindo que não só você, mais todos os seus encontrem um amor que nunca erra, um amigo que nunca falha, uma vida que nunca acaba, uma água que nunca falta. A opção da mulher foi deixar o cântaro. Sua família e toda a sua cidade encontraram Jesus, e ela passou de rejeitada a respeitada, e de desacreditada a aquela que anunciou a verdade. E você? Qual escolha você faz? Jesus se alegrará ao velo deixando o cântaro.


“Deixou, pois, a mulher, o seu cântaro, e foi à cidade, e disse àqueles homens: Vinde, vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Porventura não é este o Cristo?(..) E muitos samaritanos daquela cidade creram nEle(...)”
João 4: 28, 29 e 39a.



BIBLIOGRAFIA


HITCHCOCK, Roswell D.; Bíblia de estudo. Temas e concordância. Rio de Janeiro. 2005.
João 4: 1 ao 42; João 10: 10

http://pt.wiktionary.org/wiki/c%C3%A2ntaro. Acesso em 08 de junho de 2009 às 11:12 horas.

http://www.geologo.com.br/aguahisteria.asp. Acesso em 06 de junho de 2009 às 14:35 horas.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O olhar de Taísa

Eu tenho uma sobrinha com dois anos de idade. Seu nome é Taísa. Ela é linda. A avaliação esta sendo a mais imparcial possível. Um dia desses, eu estava na loja da minha família, aonde trabalho todas as manhãs, e ela chegou com sua mãe. Ela é muito obediente mas, como qualquer criança, gosta de correr, brincar e “olhar” com os dedos tudo o que é novo. Ela corria de um lado para o outro olhando tudo, tocando tudo, e percebi que de vez em quando ela olhava de rabo de olho para mim, assim como quem pensa: Quem é esse moço falando com minha mãe? O que é normal porque ela realmente não tinha muito contato comigo, e a ultima vez que a vi ela ainda era bem menor. Acertada as coisas com sua mãe cheguei perto da Taísa e agachei-me. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa ela veio em minha direção e me abraçou, um abraço forte, verdadeiro cheio de carinho. Afastou-se um pouco e me deu um beijo na face. Segurou meu rosto com as duas mãozinhas e olhou dentro dos meus olhos. Fiquei constrangido com a sinceridade daquele olhar. Depois de alguns segundos que pareceram horas, ela perguntou – Qual é o seu nome? – disse meu nome, e logo que disse ela meneou a cabeça em sinal afirmativo com uma convicção que me transmitiu a certeza que ela jamais esqueceria de mim. Foi maravilhoso.

Fiquei a meditar na atitude da Taíse. Ela não me conhecia. Não sabia nada sobre mim. Não sabia nem ao menos o meu nome. Mas mesmo assim ela demonstrou amor. Ela não precisou dizer que me amava. Eu pude sentir. Naquele momento ela me amou, sentiu que eu ia embora, e que seria horrível se eu fosse sem que ela soubesse meu nome. Ela tinha tanto amor dentro de si que na primeira oportunidade ela o lançou sobre mim. Sem pedir nada em troca. O olhar dela foi fundo na minha alma, a tocou, e fui impactado por este toque.

As pessoas não olham mais nos olhos uma das outras. Estamos protegidos por muros altos que construímos dentro de nós mesmos. Nós queremos resultados, fazemos testes, avaliações, pré-conceituamos e depois buscamos atitudes que validam o nosso pré-conceito. Muitas vezes falamos do amor, mas não o vivemos. Seria tão bom se nós tivéssemos uma atitude semelhante à da Taísa, a atitude de uma criança. Se estivéssemos dispostos a amar primeiro e perguntar depois. Dispostos a aproveitar todas as oportunidades, e lançar amor sobre as pessoas. A criança aprende a demonstrar amor, antes de aprender a falar sobre ele. A criança sorri para todos e o tempo todo. Se nós sorrimos antes do término de uma piada, ela se torna engraçada! Que tal sermos uma metralhadora de amor, disparando sorrisos para todos, todo o tempo? Olharmos mais nos olhos dos que passam por nós? Por que não escolhermos amar primeiro, e conhecer depois? Vamos ser como uma criança? Crianças são felizes. Crianças são inocentes. Crianças são sinceras. E delas é o Reino de Deus.

Desculpas!!

Muito me preocupo com o alimento que ofereço aos meus alunos e aos meus discípulos. E é esta mesma preocupação e respeito que eu guardo pelos amigos que acompanham este blog. Isso não justifica o atraso na postagem dos textos, mais é o porquê do atraso, já que não tendo escrito nada relevante, propus-me a não lançar mão da solução de continuidade, oferecendo alimento ainda verde, sem sabor e sem nutrientes suficientes. Desculpe-me mais uma vez e obrigado por fazer parte deste projeto. Postarei textos as segundas-feiras, não mais aos sábados como havia escrito.
Faça seu comentário, ele é o meu termômetro. E eu quero chegar aos cem graus Celsius. Obrigado!


Ainda hoje, antes das 12:00 h, um novo texto.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

A Ponte

Na manhã do dia 5 de março de 1974 finalmente a Ponte Presidente Costa e Silva, conhecida como Ponte Rio-Niterói, estaria aberta para o trânsito de veículos. Após 5 anos e 3 meses de obras e um investimento de aproximadamente 14 milhões de Cruzados Novos, o empreendimento era naquele momento a segunda maior ponte do mundo, com 13 quilômetros de extenção e com o maior vão livre com viga do mundo, 300 metros de largura e 72 metros de altura. Se os sacos de cimento da obra fossem empilhados, teriam uma altura 1.500 vezes maior do que a do Pão de Açúcar. Empreendimentos desta magnitude levaram o escritor Bill Hybels a refletir o porquê de tanto trabalho. O que levava o homem a realizar feitos tão trabalhosos e ações tão ousadas? O grande desejo de transpor um abismo.

Durante toda a história, o homem, percebendo o mar que o afastava de Deus, tentou por diversos meios atravessar este mar. Em todas as religiões existe uma relação entre boas obras e a aproximação do homem a Deus. Mas o homem tinha Deus como alguém distante, com padrões morais infinitamente maiores do que os nossos, e pensava: Puxa! Agradar a Deus é impossível. Não consigo seguir meus próprios padrões morais, quanto mais os padrões de um ser tão distante. Então o homem buscou definir quais seriam as regras de conduta e que normas deveria seguir para agradar a Deus, sem ter a certeza de que algum dia o alcançaria. Ou seja, todos os esforços iniciavam do lado da humanidade, e no final da jornada nada era garantido. O homem acertou sobre Deus possuir padrões altíssimos. Na realidade possui, e realmente é impossível para o homem vencer este incrível mar por seus próprios esforços. Mas Deus, também ama a humanidade de uma maneira tal, que Ele, vendo a distância que o separava de sua criação, e sabendo que nenhuma iniciativa humana seria capaz de vencê-la, chamou para si a responsabilidade de transpor esse mar e construir uma ponte definitiva. Deus enviou seu filho Jesus para morrer na cruz, levando sobre si todo julgo do pecado da humanidade, vencendo a distância entre Deus e o homem. A cruz é a ponte definitiva. Não é preciso tentar construir outra ponte, ou tentar atravessar a nado este mar. O sacrifício de Jesus na cruz aproximou todo aquele que reconhece este sacrifício como a ponte de Deus para a humanidade. Esta ponte nos aproxima de uma tal forma do Criador, que todo aquele que a atravessa torna-se amigo de Deus. Talvez exista o seguinte questionamento sobre o estado do homem no momento que ele toma a ponte, a cruz, como caminho: Qual é o valor do pedágio? O que eu preciso mudar para andar por esta ponte? Mais uma vez Deus mostra seu amor quando nos informa que não é preciso mudar nada para tomar este caminho, uma vez tomando o caminho da cruz e reconhecendo o sacrifício de Jesus na cruz, Ele se encarrega de moldar o ser humano segundo seus próprios padrões, enquanto, e não antes, este anda pela ponte, pela cruz.


“Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
João 3:16




BIBLIOGRAFIA

HITCHCOCK, Roswell D.; Bíblia de estudo. Temas e concordância. Rio de Janeiro. 2005.
João 3:16; Efésios 2: 4 ao 10 e 16; Romanos 5: 1, 2; 17 ao 19; 2 Colossenses 2: 14 e 15

HYBELS, Bill.Evangelismo. Passos simples para atravessar as salas da vida e alcançar os perdidos.1952. Tradução: Rio de Janeiro. Ed. Luz das Nações. 2008. Pg 145.

(http://www.jblog.com.br/hojenahistoria.php?query=ponte+rioniter%F3i&amount=0&blogid=57) Acesso em: segunda-feira, 18 de maio de 2009, 20:00 hs.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Inauguração - Sejam bem vindos!!!

Durante muitos anos sempre tive o desejo de compartilhar meus pensamentos. Não sou escritor. Amo a prática da leitura mas sempre tive muita dificuldade com a escrita. Certa vez uma professora me orientou a escrever diáriamente e reler os textos semanalmente. Melhorei muito. Mas sinto que preciso da opnião de um leitor imparcial e de gosto menos duvidoso.
Resouvi, então, criar este blog onde posso receber críticas sobre meus textos enquanto compartilho com vocês.
Semanalmente postarei um novo texto classificando por assunto.
Espero que todos os visitantes possam se sentir avontade para postar seus comentários me ajudando nessa minha caminhada, e que eu também possa contribuir com a construção de cada um que passar por aqui.
Neste sábado postarei o primeiro texto.
Cresça em quanto me ajuda a crescer.

Deus abençoe!!!